quinta-feira, 11 de agosto de 2011

DE TODAS AS MULHERES QUE HÁ EM MIM

De todas que há em mim
há aquela que de amor sofreu
há aquela que um grande amor viveu
Também há aquela que sorrir com o olhar
e a outra que de tanto sofrer, aprendeu.
De manhã, as vezes é aquela guerreira e forte que está presente,
a tarde, a frágil, insegura que teme a vida docemente.
A noite há outra feliz que segue livre, sem amarras, independente.
Outrora, há a que de tanta solidão, carente se sente.

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